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<institution><![CDATA[,Unifesp Departamento de Educação Programa de Pós-Graduação em Educação e Saúde na Infância]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    <b>ARTIGO</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><a name="top"></a><b>Cotas    nas universidades: um grande debate p&uacute;blico</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Cleber Santos    Vieira</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Professor do Departamento    de Educa&ccedil;&atilde;o e do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o    em Educa&ccedil;&atilde;o e Sa&uacute;de na Inf&acirc;ncia e Adolesc&ecirc;ncia    da Unifesp</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em 2001, a Comiss&atilde;o    de Direitos Humanos da Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas<a name="top1"></a><a href="#back1"><sup>1</sup></a>    requereu diagn&oacute;sticos, desafios e propostas aos pa&iacute;ses participantes    da "III Confer&ecirc;ncia Mundial de Combate ao Racismo, Discrimina&ccedil;&atilde;o    Racial, Xenofobia e Intoler&acirc;ncia Correlata", realizada em Durban, &Aacute;frica    do Sul. No Brasil, foi realizada uma s&eacute;rie de discuss&otilde;es que culminaram    na realiza&ccedil;&atilde;o da Confer&ecirc;ncia Nacional Contra o Racismo e    a Intoler&acirc;ncia, realizada no Rio de Janeiro em oito de julho do mesmo    ano. Os trabalhos foram organizados em 13 eixos tem&aacute;ticos: Ra&ccedil;a    e Etnia; Cultura e Comunica&ccedil;&atilde;o; Religi&atilde;o; Orienta&ccedil;&atilde;o    Sexual; Educa&ccedil;&atilde;o, Sa&uacute;de e Trabalho; Acesso &agrave; Justi&ccedil;a    e Defesa dos Direitos Humanos; Quest&atilde;o Ind&iacute;gena; Necessidades    Especiais; G&ecirc;nero; Remanescentes de Quilombos; Xenofobia; Migra&ccedil;&otilde;es    Internas e Juventude. A Carta do Rio, como ficou conhecido o documento s&iacute;ntese    dessa confer&ecirc;ncia, tornou-se a base do Plano Nacional de Combate ao Racismo    e &agrave; Intoler&acirc;ncia, bem como o fio condutor do documento oficial    brasileiro apresentado na III Confer&ecirc;ncia de Durban.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O relat&oacute;rio    final do eixo tem&aacute;tico "Ra&ccedil;a e Etnia" ficou sob a responsabilidade    de Edna Roland, a quem caberia tamb&eacute;m a virtuosa tarefa da relatoria    geral em Durban. Ali, encontra-se um amplo leque de reivindica&ccedil;&otilde;es    de diferentes grupos &eacute;tnicos que comp&otilde;em a sociedade brasileira,    dentre os quais ciganos, &iacute;ndios, negros e judeus. Conforme constata&ccedil;&atilde;o    de pesquisa realizada por Verena Aberti e Almicar Ara&uacute;jo Pereira<a name="top2"></a><a href="#back2"><sup>2</sup></a>,    foi no interior do repert&oacute;rio de proposi&ccedil;&otilde;es definido nesse    eixo que, pela primeira vez em documento oficial, surgiu a quest&atilde;o das    cotas. No documento foram inseridos os seguintes encaminhamentos:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">* Que sejam implementadas    pol&iacute;ticas de a&ccedil;&atilde;o afirmativa na &aacute;rea de educa&ccedil;&atilde;o    como instrumento fundamental de promo&ccedil;&atilde;o da igualdade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">* Que se estabele&ccedil;a    cotas para negros na universidade<a name="top3"></a>.<a href="#back3"><sup>3</sup></a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim, enquanto    componente do debate p&uacute;blico nacional, a quest&atilde;o das cotas remonta    ao contexto de prepara&ccedil;&atilde;o para a III Confer&ecirc;ncia Contra    o Racismo, sobretudo pela iniciativa de integrantes do movimento negro. Ao relembrar    os instantes que antecederam a Confer&ecirc;ncia e aagitada fase de elabora&ccedil;&atilde;o    do relat&oacute;rio a ser apresentado pela delega&ccedil;&atilde;o brasileira    no evento, a relatora Edna Roland afirmou:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Eu n&atilde;o sei    quantas p&aacute;ginas o relat&oacute;rio tem, mas tem esta linha, 'cotas para    negros nas universidades', que entrou no &uacute;ltimo minuto, que ele p&ocirc;s    no documento. Quando o governo brasileiro tornou p&uacute;blico o relat&oacute;rio    para a m&iacute;dia, tudo o que a m&iacute;dia queria falar era sobre cotas    para negros na universidade. E a&iacute;, antes de ir para Durban, quando j&aacute;    tinha sido anunciado que meu nome ia ser indicado, o pessoal da imprensa vinha    falar comigo e s&oacute; queria falar sobre cotas".<a name="top4"></a><a href="#back4"><sup>4</sup></a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Naquele contexto,    de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica    (IBGE), de 1999, o &iacute;ndice de negros(as) com mais de 25 anos com ensino    superior era de cerca 2,3%, mesmo &iacute;ndice da popula&ccedil;&atilde;o parda,    enquanto que a popula&ccedil;&atilde;o branca, na mesma faixa et&aacute;ria,    atingia 9,8% de titulados. Mediante diagn&oacute;sticos como esses, movimentos    sociais e intelectuais a eles vinculados formularam e difundiram propostas acerca    da promo&ccedil;&atilde;o da igualdade racial no ensino superior brasileiro.    Deste ent&atilde;o, o assunto cotas para negros nas universidades e a&ccedil;&otilde;es    afirmativas ganharam dimens&otilde;es significativas, n&atilde;o raramente desdobrando-se    no delineamento de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas. Neste percurso, em 2005,    o debate foi impulsionado pela apresenta&ccedil;&atilde;o do projeto de lei    que instituiu o Estatuto da Igualdade Racial, aprovado pelo Congresso Nacional,    em 20 de julho 2010 (Lei 12.288).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Incitada, a comunidade    acad&ecirc;mica n&atilde;o se absteve da discuss&atilde;o. Intelectuais de todas    as partes do Brasil dividiram-se entre favor&aacute;veis e contr&aacute;rios    ao Estatuto e ao sistema de cotas. Manifestos de repercuss&atilde;o nacional    e midi&aacute;ticos foram lan&ccedil;ados. Os riscos de se criar um Estado racial    ou do comprometimento com a qualidade do ensino superior figurava (e figura)    entre os argumentos contr&aacute;rios expostos em documentos como "Todos t&ecirc;m    direito iguais na rep&uacute;blica democr&aacute;tica" (30 de maio de 2006)    e "Cidad&atilde;os anti-racistas contra as leis raciais" (2008). Por outro lado,    os que defenderam (e defendem) os mecanismos de a&ccedil;&atilde;o afirmativa,    articulados aos movimentos sociais, divulgaram, entre outros, o "Manifesto em    favor da lei de cotas e do estatuto da igualdade racial" (03 de julho de 2006).    Para este grupo, as cotas raciais correspondem ao conjunto de medidas necess&aacute;rias    para que o Estado brasileiro reconhe&ccedil;a as injusti&ccedil;as cometidas    contra a popula&ccedil;&atilde;o afrodescendente no per&iacute;odo da escravid&atilde;o    e de sua heran&ccedil;a hist&oacute;rica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">N&atilde;o obstante    o leg&iacute;timo debate entre acad&ecirc;micos, nesse mesmo per&iacute;odo,    as a&ccedil;&otilde;es afirmativas consolidaram espa&ccedil;o nas universidades    p&uacute;blicas. Desde o pioneirismo da Universidade Estadual do Rio de Janeiro    (Uerj), reservando, ainda em 2001, cotas para negros no acesso aos seus cursos.    Neste ano, cerca de 70 universidades p&uacute;blicas (32 estaduais e 38 federais)    adotaram algum tipo de a&ccedil;&atilde;o afirmativa na forma de cotas raciais    ou sociais. Em 10 anos, a&ccedil;&otilde;es afirmativas atenderam 330 mil cotistas,    entre os quais 110 mil afrodescendentes! O Programa Universidade Para Todos    (Prouni) incluiu outros 440 mil afrodescendentes em universidades privadas ou    comunit&aacute;rias.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Todavia, muito    embora se constitua como realidade no cotidiano do ensino superior brasileiro,    o tema &eacute; objeto de contesta&ccedil;&atilde;o judicial e encontra-se sob    a an&aacute;lise do Superior Tribunal Federal (STF). No sentido de subsidiar    o voto dos ministros, o STF convidou diversos segmentos sociais para apresentarem,    em audi&ecirc;ncia p&uacute;blica, os argumentos pr&oacute; e contra cotas.    Assim, nos dias 03, 04 e 05 de mar&ccedil;o de 2011, participaram representantes    de diversos &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos, movimentos sociais e universidades<a name="top5"></a><a href="#back5"><sup>5</sup></a>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No &uacute;ltimo    dia do evento, experi&ecirc;ncias de aplica&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas    de a&ccedil;&atilde;o afirmativa foram relatadas por representantes da Associa&ccedil;&atilde;o    Nacional dos Dirigentes das Institui&ccedil;&otilde;es Federais de Ensino Superior;    Uni&atilde;o Nacional dos Estudantes; Instituto Universit&aacute;rio de Pesquisas    do Rio de Janeiro; Universidade Estadual de Campinas; Universidade Federal de    Juiz de Fora; Universidade Federal de Santa Maria; Universidade do Estado do    Amazonas; e Universidade Federal de Santa Catarina. Os estudos apresentados    concluem que n&atilde;o h&aacute; diferen&ccedil;as significativas do ponto    de vista do desempenho acad&ecirc;mico entre cotistas e n&atilde;o cotistas<a name="top6"></a><a href="#back6"><sup>6</sup></a>.    Ao mesmo tempo, alertam para a necessidade de programas especiais para assegurar    a perman&ecirc;ncia dos alunos carentes, os cotistas sociais ou raciais na universidade    at&eacute; a conclus&atilde;o do curso. &Eacute; ocaso do PNAES (Programa Nacional    de Assist&ecirc;ncia Estudantil)<a name="top7"></a><a href="#back7"><sup>7</sup></a>,    lan&ccedil;ado em 2007 (Portaria Normativa n. 39, 13/12/2007), que prev&ecirc;    investimentos na constru&ccedil;&atilde;o de moradias estudantis, aux&iacute;lio    alimenta&ccedil;&atilde;o, transportes e outras ferramentas destinadas ao bem-estar    dos alunos de universidades p&uacute;blicas federais.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Enquanto o STF    n&atilde;o se pronuncia sobre a legalidade ou n&atilde;o das cotas, o IBGE indica    mudan&ccedil;as importantes no ensino superior brasileiro. Em 1999, 6,7% da    popula&ccedil;&atilde;o brasileira com mais de 25 anos concluiu o n&iacute;vel    superior. Desses, 9,8% da popula&ccedil;&atilde;o branca; 2,3% de negros e 2,3%    de pardos. Em 2009, 15% da popula&ccedil;&atilde;o branca; 4,7% dos pretos e    5,3% dos pardos. Assim como aumentou o percentual de afrodescendentes nas universidades,    tamb&eacute;m aumentou o n&uacute;mero de pessoas que se autodeclaram pretas    ou pardas. De tal modo que a popula&ccedil;&atilde;o que se declarava preta,    que era de 5,4% em 1999, passou para 6,9% em 2009; enquanto os pardos saltaram    de 40,0% para 44, 2%; j&aacute; a popula&ccedil;&atilde;o branca, que era de    54% (1999), recuou para 48, 2% (2009). "Provavelmente, um dos fatores para esse    crescimento &eacute; uma recupera&ccedil;&atilde;o da identidade racial", explica    a S&iacute;ntese de Indicadores Sociais 2010 do IBGE<a name="top8"></a><a href="#back8"><sup>8</sup></a>. Certamente,    o intenso debate provocado pela quest&atilde;o das cotas desde seu lan&ccedil;amento    em documento oficial, em 2001, na Carta do Rio, foi decisivo tanto para o aumento    de matr&iacute;culas de afrodescendentes em universidades, quanto para afirma&ccedil;&atilde;o    da entidade dos afrodescendentes. Qui&ccedil;&aacute;, tornou-se o ve&iacute;culo    de maior impacto nas discuss&otilde;es sobre a promo&ccedil;&atilde;o da igualdade    racial como fator de direitos humanos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back1"></a><a href="#top1">1</a>    Sobre a compreens&atilde;o os v&iacute;nculos entre a&ccedil;&otilde;es afirmativas    e direitos humanos ver: Piovesam, Flavia. A&ccedil;&otilde;es afirmativas sob    perspectiva dos direitos humanos. In: Santos, Sales Augusto dos (org.) A&ccedil;&otilde;es    afirmativas e combate ao racismo na Am&eacute;rica Latina. Bras&iacute;lia:    MEC / Unesco, 2005. pp.35-45.    <br>   <a name="back2"></a><a href="#top2">2</a> Alberti, V.; Pereira, A.A. A defesa    das cotas como estrat&eacute;gia pol&iacute;tica do movimento negro contempor&acirc;neo.    In: <i>Estudos Hist&oacute;ricos</i>, n.37, jan/jun, p.143-166, 2006.    <br>   <a name="back3"></a><a href="#top3">3</a> Plano Nacional de Combate ao Racismo.    <i>Carta do Rio</i>. Rio de Janeiro, 08 de julho de 2001. <a href="http://portal.mj.gov.br/sedh/rndh/Carta%20do%20Rio.pdf" target="_blank">http://portal.mj.gov.br/sedh/rndh/Carta%20do%20Rio.pdf</a>.    <br>   <a name="back4"></a><a href="#top4">4</a> <i>Apud</i>. Alberti, V.; Pereira,    A.A. <i>op. cit</i>. p. 147.    <br>   <a name="back5"></a><a href="#top5">5</a> Procuradoria Geral da Rep&uacute;blica,    Ordem dos Advogados do Brasil, Advocacia Geral da Uni&atilde;o, Secretaria Especial    de Pol&iacute;ticas de Promo&ccedil;&atilde;o de Igualdade Racial, Secretaria    Especial de Direitos Humanos; Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o; Funda&ccedil;&atilde;o    Nacional do &Iacute;ndio; Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica Aplicada; 2ª    Vara Federal de Florian&oacute;polis; Conselho Estadual de Desenvolvimento da    Comunidade Negra do Governo do Estado de S&atilde;o Paulo; Universidade de Bras&iacute;lia;    Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Universidade Federal do Rio de Janeiro;    Universidade Federal de Minas Gerais; da Faculdade Latino-Americana de Ci&ecirc;ncias    Sociais; Universidade de S&atilde;o Paulo; Instituto de Ensino Superior Bras&iacute;lia;    Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica de S&atilde;o Paulo e Pontif&iacute;cia    Universidade Cat&oacute;lica do Paran&aacute;. Pelas entidades dos movimentos    sociais participaram: Anape (Associa&ccedil;&atilde;o de Procuradores de Estado);    Centro de Estudos Africanos da Universidade de S&atilde;o Paulo; da CDH (Conectas    Direitos Humanos); Afrobras (Sociedade Afro-Brasileira de Desenvolvimento Sociocultural);    Educafro (Educa&ccedil;&atilde;o e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes);    Fundo Brasil de Direitos Humanos; Conen (Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional    de Entidades Negras); Geled&eacute;s, Instituto da Mulher Negra de S&atilde;o    Paulo; Esquerda Marxista; Movimento Negro Socialista; MPMB (Movimento Pardo-Mesti&ccedil;o    Brasileiro) e da Acra (Associa&ccedil;&atilde;o dos Caboclos e Ribeirinhos da    Amaz&ocirc;nia).    <br>   <a name="back6"></a><a href="#top6">6</a> Ver, por ex. Jaccoud, Luciana (org.).    A constru&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica de promo&ccedil;&atilde;o    da igualdade racial. Uma an&aacute;lise dos &uacute;ltimos 20 anos. Bras&iacute;lia:    IPEA, 2009; Velloso, Jacques. Cotistas e n&atilde;o-cotistas: rendimento de    alunos na Universidade de Bras&iacute;lia. <i>Cadernos de Pesquisa</i>, v.39,    nº137, p.621-644, maio/ago, 2009.    <br>   <a name="back7"></a><a href="#top7">7</a> Ver: <a href="http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/portaria_pnaes.pdf%20e%20Andifes" target="_blank">http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/portaria_pnaes.pdf    e Andifes</a>. Plano Nacional de Assist&ecirc;ncia Estudantil, 2007.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <a name="back8"></a><a href="#top8">8</a> Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica. S&iacute;ntese de    indicadores sociais. Uma an&aacute;lise das condi&ccedil;&otilde;es de vida    da sociedade brasileira contempor&acirc;nea 2010. (Estudos e Pesquisas - Informa&ccedil;&otilde;es    demogr&aacute;ficas e econ&ocirc;micas, n. 28). Rio de Janeiro: IBGE, 2010.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10/02/2012</font></p>      ]]></body>

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