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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>As biografias de cientistas e suas aplica&ccedil;&otilde;es no ensino de ci&ecirc;ncias</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Guilherme Urias<sup>I</sup>; Alice Assis<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Professor da Faculdade de Pindamonhangaba, mestre em ensino de ci&ecirc;ncias e doutorando em educa&ccedil;&atilde;o para ci&ecirc;ncia na Unesp de Bauru    <br>     <sup>II</sup>Professora da Faculdade de Engenharia da Unesp de Guaratinguet&aacute; e da p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em educa&ccedil;&atilde;o para ci&ecirc;ncia na Unesp de Bauru</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os problemas relacionados ao ensino de ci&ecirc;ncias s&atilde;o amplamente divulgados nas pesquisas educacionais da &aacute;rea. A desmotiva&ccedil;&atilde;o de alunos e professores n&atilde;o &eacute; uma novidade nas escolas brasileiras. O ensino de f&iacute;sica, qu&iacute;mica e biologia ainda &eacute; predominantemente marcado pelo tradicionalismo positivista, o que reduz a ci&ecirc;ncia ao tecnicismo e elimina qualquer nuance de contexto no processo de desenvolvimento das teorias cient&iacute;ficas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nos &uacute;ltimos anos, alguns pesquisadores da &aacute;rea de ensino de ci&ecirc;ncias t&ecirc;m se preocupado em oferecer algumas alternativas educacionais que visam superar a crise instaurada no atual cen&aacute;rio. Uma dessas alternativas &eacute; a inser&ccedil;&atilde;o de t&oacute;picos da hist&oacute;ria da ci&ecirc;ncia, defendida por v&aacute;rios acad&ecirc;micos, tais como Silva <i>et al</i> (2008) Gatti, Nardi e Dirceu (2010), Praxedes e Peduzzi (2009), Bernardes e Santos (2009), Quintal e Guerra (2009), entre outros. Para Mathews (1994, p.72 <i>apud</i> Silva <i>et al</i>, 2008, p. 499), a hist&oacute;ria da ci&ecirc;ncia pode:</font></p>     <blockquote>       <p><font size="2" face="Verdana">humanizar as ci&ecirc;ncias e aproxim&aacute;-las mais dos interesses pessoais, &eacute;ticos, culturais e pol&iacute;ticos; tornar as aulas mais estimulantes e reflexivas, incrementando a capacidade do pensamento cr&iacute;tico; contribuir para uma compreens&atilde;o maior dos conte&uacute;dos cient&iacute;ficos, ...; melhorar a forma&ccedil;&atilde;o dos professores contribuindo para o desenvolvimento de uma epistemologia da ci&ecirc;ncia mais rica e mais aut&ecirc;ntica, isto &eacute;, a um melhor conhecimento da estrutura de ci&ecirc;ncia e seu lugar no marco intelectual das coisas.</font></p> </blockquote>     <p><font size="2" face="Verdana">Nesse sentido, a abordagem hist&oacute;rica da ci&ecirc;ncia pode contribuir para a desmistifica&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento cient&iacute;fico, que, para muitos, ainda &eacute; visto como algo praticado por seres superiores e completamente isolado do contexto social em que est&aacute; inserido o cientista. Assim, a presen&ccedil;a da hist&oacute;ria da ci&ecirc;ncia nas salas de aula pode ajudar a mudar a percep&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica da ci&ecirc;ncia, al&eacute;m de contribuir para a forma&ccedil;&atilde;o de cidad&atilde;os cr&iacute;ticos, o que &eacute; um aspecto primordial na educa&ccedil;&atilde;o (Silva <i>et al</i>, 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Uma das maneiras de se levar a hist&oacute;ria da ci&ecirc;ncia para a sala de aula &eacute; colocar o aluno em contato com a biografia do cientista. Os epis&oacute;dios hist&oacute;ricos, geralmente narrados nas biografias dos cientistas, evidentemente podem ocupar um lugar no processo educativo. No entanto, devem ser caracterizados e inseridos num contexto mais amplo da an&aacute;lise hist&oacute;rica (Da Silva Carneiro; Gastal, 2005). &Eacute; importante que se tenha como objetivos que os aprendizes consigam compreender que o trabalho do cientista est&aacute; relacionado ao contexto social em que vive, e que o desenvolvimento da ci&ecirc;ncia n&atilde;o &eacute; ref&eacute;m da genialidade isolada de alguns cientistas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para tanto, o material a ser utilizado pelo professor em sala de aula assume um papel importante na inser&ccedil;&atilde;o de t&oacute;picos hist&oacute;ricos durante a apresenta&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do program&aacute;tico. O uso de materiais que despertem o interesse dos alunos torna-se fundamental, mas deve ser escolhido ou desenvolvido com o devido cuidado, para que os referidos objetivos sejam contemplados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Os livros de divulga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As obras biogr&aacute;ficas sobre cientistas s&atilde;o classificadas como livros de divulga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica. Alguns desses livros "costumam ser acusados de distorcer a ci&ecirc;ncia, na tentativa de apresentar algo compreens&iacute;vel a um p&uacute;blico mais amplo" (Martins, 2008, p. 243).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Em pesquisa publicada recentemente (Urias; Assis, 2012), n&oacute;s analisamos e comparamos duas biografias do f&iacute;sico Albert Einstein. A primeira, intitulada <i>Albert Einstein e seu universo infl&aacute;vel</i>, escrita por Mike Goldsmith (2002), e a segunda, <i>Einstein: sua vida, seu universo</i>, escrita por Walter Isaacson (2007). Encontramos diferen&ccedil;as marcantes entre as duas obras, no que diz respeito &agrave; maneira como os fatos hist&oacute;ricos foram relatados:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Goldsmith apresenta uma vis&atilde;o na qual Einstein &eacute; o g&ecirc;nio que desenvolveu teorias importantes se valendo exclusivamente da incr&iacute;vel intelig&ecirc;ncia e incomum habilidade para imaginar. Essa vis&atilde;o contribui para mistificar ainda mais a vis&atilde;o popular do cientista, que trancado em seu gabinete, emprega grande esfor&ccedil;o mental, sozinho, no anseio do momento "ah&aacute;", que culminar&aacute; numa grande descoberta.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De maneira diferente, Isaacson p&ocirc;de se aprofundar nos detalhes da vida do f&iacute;sico e, assim, apresentou uma vis&atilde;o distinta da de Goldsmith. A forma como escreve sua obra, baseada em cartas pessoais do cientista, di&aacute;rios e anota&ccedil;&otilde;es, evidencia uma genialidade diferente daquela concebida pela cultura popular. Isaacson mostra que Albert Einstein foi um g&ecirc;nio que associou ideias de outros g&ecirc;nios. O autor mostra que o f&iacute;sico foi profundamente influenciado por fil&oacute;sofos e cientistas que j&aacute; haviam previsto os conceitos essenciais da Teoria da Relatividade Especial. Al&eacute;m disso, relata a falta de habilidade de Einstein com a matem&aacute;tica. Os aux&iacute;lios de Mileva Maric e de Marcel Grossman, que mais tarde tornou-se seu matem&aacute;tico particular, foram fundamentais para o desenvolvimento das Teorias da Relatividade, Especial e Geral (Urias; Assis, 2012, p. 225-226).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A compara&ccedil;&atilde;o feita nessa pesquisa permitiu verificar que os dois autores das biografias elencaram praticamente os mesmos fatos hist&oacute;ricos para permitir a compreens&atilde;o do contexto da vida de Albert Einstein. No entanto, uma diferen&ccedil;a marcante entre os dois livros foi evidenciada na not&aacute;vel supress&atilde;o de detalhes da vida de Albert Einstein na obra de Goldsmith. Naquele trabalho (Urias; Assis, 2012), destacamos que o leitor alvo talvez n&atilde;o se interessasse por tais detalhes, j&aacute; que a inser&ccedil;&atilde;o de tais aspectos deixariam a obra um pouco mais densa e exigiria maiores habilidades para uma boa interpreta&ccedil;&atilde;o. Para n&oacute;s, a linguagem utilizada por Goldsmith deixa claro que o seu objetivo &eacute; o de entreter o leitor e, ao mesmo tempo, apresentar-lhes um dos f&iacute;sicos mais renomados da hist&oacute;ria da ci&ecirc;ncia, em sua intimidade, evidenciando mais as qualidades do que os defeitos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Esse tipo de ret&oacute;rica monumentaliza tanto o cientista quanto a sua obra. Para engajar o leitor, o cientista deve se tornar um super-humano, que exala virtudes, com um car&aacute;ter exemplar, sem falhas, e suas descobertas acabam por serem consideradas atos heroicos. N&atilde;o h&aacute; falhas, e o m&eacute;todo utilizado na pesquisa &eacute; o que determina o sucesso da descoberta.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Implica&ccedil;&otilde;es no ensino de ci&ecirc;ncias</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estrat&eacute;gias de ensino que procuram contextualizar o conte&uacute;do program&aacute;tico da disciplina com o m&eacute;todo cuja teoria foi desenvolvida, levando em considera&ccedil;&atilde;o o contexto da &eacute;poca em que atuava o cientista, devem ser elaboradas dentro de uma perspectiva que torne a ci&ecirc;ncia acess&iacute;vel aos educandos, mas que n&atilde;o mistifique o trabalho do cientista e o pr&oacute;prio desenvolvimento do conhecimento cient&iacute;fico. Os alunos devem ter acesso aos motivos pelos quais os cientistas se debru&ccedil;am sobre as teorias, pois, muitas vezes, existem objetivos pol&iacute;ticos, sociais, tecnol&oacute;gicos, interesses comerciais, pr&ecirc;mios, ascens&atilde;o acad&ecirc;mica, entre outros, envolvidos nos projetos de pesquisa. Al&eacute;m disso, muitas portas se abrem para um cientista que desenvolve uma pesquisa de profundo impacto social. Nem a pesquisa nem o pesquisador s&atilde;o neutros, muito menos desconectados das coer&ccedil;&otilde;es sociais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No Brasil, os que se dedicam &agrave; ci&ecirc;ncia percorrem um caminho &aacute;rduo. A defici&ecirc;ncia hist&oacute;rica do acesso ao conhecimento cient&iacute;fico e matem&aacute;tico nas escolas, a falta de oportunidades no mercado de trabalho, a dif&iacute;cil ascens&atilde;o na carreira cient&iacute;fica e a falta de financiamentos para as pesquisas, representam barreiras cruciais para o acesso dos jovens brasileiros nas carreiras cient&iacute;ficas e, consequentemente, para o desenvolvimento da ci&ecirc;ncia em nosso pa&iacute;s.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nesse sentido, o uso das biografias no ensino de ci&ecirc;ncias pode contribuir para a apresenta&ccedil;&atilde;o da verdadeira ci&ecirc;ncia nas salas de aula e, porventura, estimular o acesso de jovens nas carreiras cient&iacute;ficas. Fica a cargo do professor, apresentar aos alunos tal concep&ccedil;&atilde;o de ci&ecirc;ncia, j&aacute; que na maioria dos livros de divulga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica ela &eacute; mitificada. Quanto menos idealizada for a ci&ecirc;ncia apresentada pelo professor, mais significativo ser&aacute; o trabalho de apresenta&ccedil;&atilde;o dos detalhes do processo cient&iacute;fico. Quanto menos a figura do cientista for monumentalizada, ou seja, tornada inacess&iacute;vel, maior ser&aacute; o n&uacute;mero de alunos que poder&aacute; aspirar &agrave; carreira cient&iacute;fica.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bernardes, A. O.; Santos, A. R. dos. "Hist&oacute;ria da ci&ecirc;ncia no ensino fundamental e m&eacute;dio". <i>A F&iacute;sica na Escola</i>, S&atilde;o Paulo, v. 10, n. 02, 2009.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Da Silva Carneiro, M. H.; Gastal, M. L. "Hist&oacute;ria e filosofia das ci&ecirc;ncias no ensino de biologia". <i>Ci&ecirc;ncia &amp; Educa&ccedil;&atilde;o</i>, v. 11, n. 1, p. 33&#150;39, 2005.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gatti, S.; Nardi, R.; Silva, D. da. "Hist&oacute;ria da ci&ecirc;ncia no ensino de f&iacute;sica: um estudo sobre o ensino de atra&ccedil;&atilde;o gravitacional desenvolvido com futuros professores". <i>Investiga&ccedil;&otilde;es em Ensino de Ci&ecirc;ncias</i>, Porto Alegre, v. 15, n. 01, 2010.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Goldsmith, M. <i>Albert Einstein e seu universo infl&aacute;vel</i>. Tradu&ccedil;&atilde;o Eduardo Brand&atilde;o. 1. ed. S&atilde;o Paulo: Companhia das Letras, 2002.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Isaacson, W. <i>Einstein: sua vida, seu universo</i>. Tradu&ccedil;&atilde;o Celso Nogueira et al. 2. ed. S&atilde;o Paulo: Companhia das Letras, 2007.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Martins, R. A. "Como distorcer a f&iacute;sica: considera&ccedil;&otilde;es sobre um exemplo de divulga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica 1-F&iacute;sica cl&aacute;ssica". <i>Caderno Brasileiro de Ensino de F&iacute;sica</i>, v. 15, n. 3, p. 243&#150;264, 2008.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Praxedes, G.; Peduzzi, L.. "Tycho Brahe e Kepler na escola: uma contribui&ccedil;&atilde;o &agrave;  inser&ccedil;&atilde;o de dois artigos em sala de aula". <i>Revista Brasileira do Ensino de F&iacute;sica</i>, S&atilde;o Paulo, v.31, n. 03, 2009.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Quintal, J. R.; Guerra, A.. "A hist&oacute;ria da ci&ecirc;ncia no processo de ensino e aprendizagem". <i>A F&iacute;sica na Escola</i>, S&atilde;o Paulo, v. 10, n. 01, 2009.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Silva, C. P. et al. "Subs&iacute;dios para o uso da hist&oacute;ria das ci&ecirc;ncias no ensino: exemplos extra&iacute;dos das geoci&ecirc;ncias". <i>Ci&ecirc;ncia &amp; Educa&ccedil;&atilde;o</i>, v. 14, n. 3, p. 497&#150;517, 2008.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Urias, G. M. P.; Assis, A. "An&aacute;lise de biografias de Einstein em dois livros de divulga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica". <i>Caderno Brasileiro de Ensino de F&iacute;sica</i>, v. 29, n. 2, p. 207&#150;228, 2012.    </font></p>      ]]></body>
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