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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    <b>ARTIGO</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><a name="top"></a><b>A    obesidade e a ind&uacute;stria do emagrecimento</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b> Tadeu Jo&atilde;o    Ribeiro Baptista </b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Professor adjunto    da Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica da Universidade Federal    de Goi&aacute;s e um dos l&iacute;deres do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre    Corpo, Est&eacute;tica, Exerc&iacute;cio e Sa&uacute;de, da Universidade Estadual    de Goi&aacute;s</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A obesidade tem    sido considerada pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS)    um problema de sa&uacute;de p&uacute;blica mundial. Alguns estudos afirmam que    esse problema tem se agravado, o que tem gerado custos significativos para o    sistema de sa&uacute;de p&uacute;blica no Brasil e no mundo. Assim, essa tem    sido uma preocupa&ccedil;&atilde;o constante da comunidade cient&iacute;fica,    bem como dos profissionais da &aacute;rea de sa&uacute;de. Uma evid&ecirc;ncia    significativa disso s&atilde;o os estudos sobre preval&ecirc;ncia e incid&ecirc;ncia    da obesidade em diferentes regi&otilde;es do Brasil e do mundo.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A popula&ccedil;&atilde;o    composta por pessoas obesas tempassado por uma s&eacute;rie de dificuldades,    principalmente quando se considera a quest&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es    sociais, como no processo deintera&ccedil;&atilde;o com as outras pessoas, compreendendo    a forma como a sociedade entende o que seja o corpo belo. Ao se ler o texto    de ErvinGoffman, <em>O estigma,</em>publicado no Brasil em 1988, &eacute; poss&iacute;vel    perceber o processo de estigmatiza&ccedil;&atilde;o dos obesos, pois, o seu    corpo apresenta caracter&iacute;sticas contr&aacute;rias aos padr&otilde;es    sociais de corpo apresentados pela sociedade e disseminados pela m&iacute;dia.Mais    recentemente, em texto de Goellner (2009), esse corpo apresenta como caracter&iacute;sticas    a juventude, a for&ccedil;a, a brancura, a apar&ecirc;ncia de classe m&eacute;dia    e, acima de tudo: a magreza.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Se j&aacute; n&atilde;o    bastasse a possibilidade de as pessoas obesas sofrerem com uma s&eacute;rie    de problemas, como o risco de comorbidades como a hipertens&atilde;o, a diabetes,    a dislipidemia, entre outras, al&eacute;m da falta de considera&ccedil;&atilde;o    social, existe uma press&atilde;o significativa para que emagre&ccedil;am a    qualquer custo. De acordo com o estudo de Fischler (1995), o obeso pode ser    visto como benigno ou maligno, sendo este &uacute;ltimo associado com a pregui&ccedil;a,    a gula e at&eacute; mesmo a certa desonestidade. De acordo com o estudo realizado    por Almeida et al (2006), a ind&uacute;stria do emagrecimento &eacute;, na realidade,    um dos desdobramentos da ind&uacute;stria cultural, assim definida por Baptista    (2001, p. 74):</font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A "<em>ind&uacute;stria      cultural"</em> pode ser entendida como um instrumento de press&atilde;o da      sociedade sobre o indiv&iacute;duo atrav&eacute;s da utiliza&ccedil;&atilde;o      de elementos culturais que se tornam acess&iacute;veis pelo cinema, pela televis&atilde;o      e por outros meios de comunica&ccedil;&atilde;o de massa. Esses s&atilde;o      utilizados como formas de cooptarem os indiv&iacute;duos para uma atua&ccedil;&atilde;o      de acordo com os interesses e as necessidades do modo de produ&ccedil;&atilde;o[...].      (Grifo do autor)</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com o    estudo de Baptista (2001), a ind&uacute;stria cultural &eacute; um mecanismo    significativo para a dissemina&ccedil;&atilde;o do ide&aacute;rio capitalista,    a qual demonstra, de diferentes formas, o modelo de corpo referencial para esse    modelo social. Assim sendo, poder&iacute;amos dividir a ind&uacute;stria cultural    em v&aacute;rios setores, entre os quais, no tocante &agrave;s quest&otilde;es    do corpo, poderiam ser apresentadas ao menos duas dessas divis&otilde;es. De    um lado, a ind&uacute;stria da beleza, a qual n&atilde;o s&oacute; tem como    refer&ecirc;ncia o modelo de corpo j&aacute; comentado, como anunciaas roupas    da moda, os cremes antirrugas, as tinturas para o cabelo, entre outras, adequadas    para cada sexo, classe social e faixa et&aacute;ria, al&eacute;m do uso de exerc&iacute;cios    e dietas respons&aacute;veis por deixar as pessoas com a apar&ecirc;ncia correta.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De outro lado,    temos a ind&uacute;stria do emagrecimento, a qual pode ser entendida como os    mecanismos desenvolvidos na ind&uacute;stria cultural respons&aacute;veis por    disseminar a ideia de um corpo magro, ou de estrat&eacute;gias que facilitem    o processo de perda de peso. Essa "ramifica&ccedil;&atilde;o" da ind&uacute;stria    cultural n&atilde;o tem como refer&ecirc;ncia apenas a apresenta&ccedil;&atilde;o    do modelo de corpo magro, mas, acima de tudo, pretende demonstrar como ser mais    magro e parecer mais magro. N&atilde;o basta apenas ter a medida certa do corpo,    mas, tamb&eacute;m, parecer ter o modelo de corpo certo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Segundo Mendon&ccedil;a    (2005, p. 25), "&eacute; por esses motivos que a popula&ccedil;&atilde;o de    pessoas obesas representa o alvo principal para os meios de comunica&ccedil;&atilde;o    em massa, que promovem a imagem da esbelteza e de como a gordura &eacute; indesej&aacute;vel.    [...] A sociedade frequentemente classifica os indiv&iacute;duos obesos como    sem controle e indulgentes ao extremo. A obesidade &eacute; vista como uma doen&ccedil;a    autoinflingida. [...]Nesse sentido, podem-se considerar ao menos dois aspectos.    O primeiro &eacute; o que Quint eMatiello J&uacute;nior (1999) v&atilde;o chamar    de pedagogias do medo e da culpa e, acima de tudo, gerando o que eles denominam    de culpabiliza&ccedil;&atilde;o da v&iacute;tima, j&aacute; que essa patologia,    a obesidade, n&atilde;o se d&aacute; apenas por pregui&ccedil;a. [...]No entanto,    pode representar mais um problema est&eacute;tico e moral do que de sa&uacute;de    f&iacute;sica. O fato de ser obeso pode provocar uma queda no status social    e na aceita&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, prejudicando-o no aproveitamento    escolar, na contrata&ccedil;&atilde;o de empregos", acrescenta Mendon&ccedil;a,    citando Pollock e Wilmore. Almeida et al (2006, p. 276) observam que "s&atilde;o    provavelmente esses aspectos levantados que atribuem &agrave; obesidade, de    uma forma geral, o atributo de feia, [...] pela diferen&ccedil;a que apresentam    em rela&ccedil;&atilde;o ao padr&atilde;o est&eacute;tico vigente".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim, a ind&uacute;stria    do emagrecimento tem algumas estrat&eacute;gias para convencer as pessoas sobre    a necessidade de reduzir o seu peso. Uma delas e, talvez, uma das mais eficientes    &eacute; apresentar a obesidade como uma doen&ccedil;a autoinfligida, haja vista    a mesma se configurar como o uso do excesso de comida e a falta de esfor&ccedil;o,    principalmente, os f&iacute;sicos, por parte da pr&oacute;pria pessoa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Como forma de atender    a essas demandas sociais, os obesos utilizam uma s&eacute;rie de procedimentos    com o objetivo de emagrecer, sendo todos eles sugeridos pela ind&uacute;stria    do emagrecimento, como forma de atender &agrave; necessidade das pessoas e o    seu bem-estar. Assim, existe uma ades&atilde;o dessas pessoas a atividades como    dietas usando produtos light e diet, pr&aacute;tica de exerc&iacute;cios em    diferentes locais, entre eles as academias de gin&aacute;stica e, em situa&ccedil;&otilde;es    extremas, o uso de cirurgias bari&aacute;tricas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As dietas s&atilde;o    utilizadas por pessoas com diferentes perfis. Segundo o estudo de Hall e Lima    Filho (2006), entre os consumidores de produtos light e diet de quatro cidades    brasileiras, 31,5% possuem renda familiar entre dois e cinco sal&aacute;rios    m&iacute;nimos, 40,2% t&ecirc;m entre 21 e 35 anos, 30% possuem ensino m&eacute;dio    completo, e 51,4% s&atilde;o mulheres. Ainda de acordo com esse estudo, 10,1%    de consumidores em Porto Alegre, Goi&acirc;nia, S&atilde;o Paulo e Recife afirmam    consumir produtos diet e light porque n&atilde;o engordam (Hall e Lima Filho,    2006, p. 9).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Desse modo, &eacute;    poss&iacute;vel identificar que a ind&uacute;stria do emagrecimento tem conseguido    um p&uacute;blico cativo, apresentando um aumento expressivo nesse contexto,    pois, de acordo com Furlan (2011, p. 1), "uma pesquisa da consultoria Euromonitor    indica que a venda de produtos saud&aacute;veis, como alimentos e bebidas diet,    light, sem gl&uacute;ten, sem lactose, naturais e org&acirc;nicos, cresceu 82%    de 2004 a 2009, atingindo patamar de R$ 15 bilh&otilde;es ao ano. Segundo o    estudo, a perspectiva de crescimento at&eacute; 2014 &eacute; de 40%".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m do    aumento da ingest&atilde;o de alimentos considerados saud&aacute;veis, existe,    associado a isso, a pr&aacute;tica de atividades f&iacute;sicas. De acordo com    um estudo coordenado por Lamartine Pereira da Costa (citado porConfef, 2004,    p. 19), "cerca de 3,4 milh&otilde;es de brasileirospraticam atividades f&iacute;sicas    em 20 milacademias, um recorde mundial emquantidade de estabelecimentos". Dados    de outro estudo (Gon&ccedil;alves e Alchieri, 2010, p. 130) revelam que "no    que se refere ao &iacute;ndice de massa corporal, n&atilde;o foram encontrados    resultados estatisticamente significativos, no entanto, ressalta-se a import&acirc;ncia    de estudos futuros que verifiquem a rela&ccedil;&atilde;o da motiva&ccedil;&atilde;o    com a pr&aacute;tica de atividade e a obesidade, por exemplo, tendo em vista    que em alguns estudos (por exemplo, Kilpatrick e colaboradores, 2005), a vari&aacute;vel    de controle do peso tem sido identificada como relevante para se compreender    a motiva&ccedil;&atilde;o &agrave; pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica.    Ademais, conhecendo-se as principais motiva&ccedil;&otilde;es das pessoas com    sobrepeso ou obesas, seria de extrema relev&acirc;ncia para viabilizar estrat&eacute;gias    de interven&ccedil;&atilde;o que visem diminuir o sedentarismo entre essas pessoas".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim, &eacute;    importante identificar que a pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica &eacute;    vista n&atilde;o s&oacute; pelas autoridades de sa&uacute;de, como pela pr&oacute;pria    m&iacute;dia, como um comportamento importante no processo de emagrecimento.    Percebe-se, inclusive, o est&iacute;mulo apresentado pelos meios de comunica&ccedil;&atilde;o    de massa em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; pr&aacute;tica de atividades f&iacute;sicas    para as pessoas obesas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m desses    processos muito utilizados para emagrecer, outros tratamentos e procedimentos    s&atilde;o indicados, entre eles, os processos psicoter&aacute;picos, o uso    de roupas espec&iacute;ficas, como espartilhos, entre outras. Mas o limite do    processo de emagrecimento, sobretudo para aquelas pessoas que apresentam &iacute;ndice    de massa corporal (IMC) igual ou maior que 40 kg/m 2, quando os outros procedimentos    n&atilde;o funcionam, &eacute; a cirurgia bari&aacute;trica. De acordo com a    Sociedade Brasileira de Cirurgia Bari&aacute;trica e Metabologia (SBCBM), em    2003 foram realizadas 16.000 cirurgias no pa&iacute;s, enquanto, em 2010, este    n&uacute;mero alcan&ccedil;ou 60.000 opera&ccedil;&otilde;es, o que corresponde    a um aumento de 375% em sete anos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Enfim, todos esses    procedimentos s&atilde;o, na realidade, estimulados por uma sociedade que tem    como objetivo central o lucro. Mas n&atilde;o se pode esquecer o fato de a obesidade    ser, por sua vez, estimulada pelo consumo de comidas ricas em gorduras, com    por&ccedil;&otilde;es cada vez maiores e com alto teor cal&oacute;rico. Desse    modo, compreendemos que a obesidade e o est&iacute;mulo gerado pela ind&uacute;stria    do emagrecimento se apresentam como contradit&oacute;rios, pois, a atual epidemia    de obesidade tem como uma de suas determina&ccedil;&otilde;es os aspectos sociais,    como o excesso de calorias nos alimentos, por exemplo. O que &eacute; preocupante    nesse contexto &eacute; que as mensagens disseminadas acabam gerando outros    problemas psicossociais, como a bulimia, a anorexia, a ortorexia e a vigorexia.    Por&eacute;m isso &eacute; assunto para outro momento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b><strong>Refer&ecirc;ncias    bibliogr&aacute;ficas</strong></b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Almeida, Ana C.    N de et al. "Corpo, est&eacute;tica e obesidade: reflex&otilde;es baseadas no    paradigma da ind&uacute;stria cultural". <em>Estudos.</em> Goi&acirc;nia: Ed.    da UCG, v. 33, n. 9/10, pp. 789-812, set./out. 2006.    </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> Baptista, T. J.    R. "Procurando o lado escuro da Lua: implica&ccedil;&otilde;es sociais da pr&aacute;tica    de atividades corporais realizadas por adultos em academias de gin&aacute;stica    de Goi&acirc;nia". Disserta&ccedil;&atilde;o (mestrado em educa&ccedil;&atilde;o).    UFG, Goi&acirc;nia, 2001.     </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Confef - Conselho    Federal de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica. "Cons&oacute;rcio apresenta    o maiorpanorama sobre o setor de atividade f&iacute;sica no pa&iacute;s".<em>Revista    E.F.</em> n. 11, p. 19-21, mar. 2004. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.confef.org.br/extra/revistaef/arquivos/2004/N11_MAR%C3%87O/08_LANCAMENTO_DO_ATLAS.PDF" target="_blank">http://www.confef.org.br/extra/revistaef/arquivos/2004/N11_MAR%C3%87O/08_LANCAMENTO_DO_ATLAS.PDF</a>.    Acesso em: -3/02/2013.    </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Fischler, C. "Obeso    benigno, obeso maligno". In: Sant'anna, D. B. (Org.). <em>Pol&iacute;ticas do    corpo.</em> S&atilde;o Paulo: Esta&ccedil;&atilde;o Liberdade, 1995, pp. 121-139.    </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> Furlan, Paula.    "Mercado n&atilde;o est&aacute; preparado para suprir consumidores de diet e    light". <em>Consumidor moderno.</em> 29/09/2011. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://consumidormoderno.uol.com.br/na-pele-do-consumidor/mercado-n-o-esta-preparado-para-suprir-consumidores-de-diet-e-light" target="_blank">http://consumidormoderno.uol.com.br/na-pele-do-consumidor/mercado-n-o-esta-preparado-para-suprir-consumidores-de-diet-e-light</a>.    Acesso em: 03/02/2013.     </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Goellner, S. V.    "A Produ&ccedil;&atilde;o de corpos h&iacute;gidos: atividade f&iacute;sica,    sa&uacute;de e nacionalismo no Brasil no in&iacute;cio do s&eacute;culo 20".    In: Grando, B. S. (Org.). <em>Corpo, educa&ccedil;&atilde;o e cultura: pr&aacute;ticas    sociais e maneiras de ser.</em> Iju&iacute;: Ed. da Uniju&iacute;, p. 75-92.        </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Goffman, E. <em>O    estigma: notas sobre a manipula&ccedil;&atilde;o da identidade deteriorada.</em>    4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1988.    </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> Gon&ccedil;alves,    Marina Pereira; Alchieri, Jo&atilde;o Carlos. "Motiva&ccedil;&atilde;o &agrave;    pr&aacute;tica de atividades f&iacute;sicas: um estudo com praticantes n&atilde;o-atletas".<em>Psico-USF.</em>v.    15, n. 1, p. 125-134, jan./abr. 2010.    </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Hall, Rosemar Jos&eacute;;    Lima Filho, Dario de Oliveira. "Perfil do consumidor de produtos <em>diet</em>    e <em>light</em> no Brasil". <em>Anais do XIII SIMPEP</em> - Bauru, SP, Brasil,    06 a 08 de novembro de 2006. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.isa.utl.pt/daiat/INT-EngAlimentar/trabalhos%20alunos/trabalho%205%20tema%20proposto/temas%20e%20bibliografia/produtos%20light/229.pdf" target="_blank">http://www.isa.utl.pt/daiat/INT-EngAlimentar/trabalhos%20alunos/trabalho%205%20tema%20proposto/temas%20e%20bibliografia/produtos%20light/229.pdf</a>.    Acesso em: 03/02/2012.    </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Sociedade Brasileira    de Cirurgia Bari&aacute;trica e Metabologia - SBCBM. <em>N&uacute;mero de cirurgias    bari&aacute;tricas realizadas no Brasil.</em> Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.sbcb.org.br/imprensa.asp?menu=3" target="_blank">http://www.sbcb.org.br/imprensa.asp?menu=3</a>.    Acesso em: 03/02/2013.    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10/02/2013</font></p>     ]]></body>
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